quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Grupo de Teatro



É bonito ver um grupo agradável de pessoas agradáveis, a trabalhar e a investir no grupo, agradavelmente. É engraçado ver como a simples e, originalmente inocente, expressão "Eu Estou Húmido" pode desencadear uma hora de brincadeiras sem qualquer maldade, só com o intuito de estar em conjunto por alguma coisa que se gosta ou que se quer aprender a gostar. Teatro é assim. Ou pelo menos, assim começa. Nas próximas semanas os exercícios poderão mudar de natureza, as gargalhadas serão menos frequentes, mas os sorrisos dar-lhes-ão bom substituto. Rir descomprime, sorrir cativa. É uma evolução desta nossa relação que estamos a criar por detrás de uma cortina aveludada.

Obrigada aqueles que estão a dar uma oportunidade a esta coisa que nem sabiam bem se queriam gostar.

Boas coisas futuras ficam à nossa espera no futuro. É uma promessa.

domingo, 7 de novembro de 2010

The Social Network



Vão ver. A minha opinião em breve.

sábado, 30 de outubro de 2010

Contubérnio

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Mary & Max

Síndrome de Asperger. Não sei porquê, mas fascina-me.
Vejam este filme de animação.
Informem-se sobre a Síndrome.
Fascinante.

Retornada dos mortos




Foi esta criatura que me obrigou a voltar a escrever neste cantinho.

Estava eu atrasada no horário planeado, cuidadosamente, na noite anterior, quando numa correria fui buscar as toalhas ao estendal. Ao recolhe-las, um agudo "cri-cri-cri" assustou-me e fez-me largá-las. Quando olhei para o chão, enrolado pela toalha, estava um insecto de cerca de 12 centímetros. Como menina que sou, recuei assustada. Passados alguns (largos) minutos de nervosismo, uns quantos telefonemas à mãe e à colega de casa, resolvi encher-me de coragem, pegar na toalha e deitar a criatura fora. Mas antes de fazê-lo, tive a brilhante ideia de a fotografar para um dia recordar. Como num slow motion filmatográfico, ela foi andando para revelar no seu abdómen... uma caveira.

Para quem ainda não percebeu porque é que nos momentos seguintes fiquei num misto de entusiasmo e pânico, é porque ainda não leu/viu, o Silêncio dos Inocentes.

Para além de ser o símbolo de morte e, em outros tempos, ter sido acusada de responsável por pestes, desastres naturais, guerras e mortes... é extremamente rara de encontrar, e costuma rondar batatas e abelhas.

Bem, note-se que eu moro num sétimo andar, em plena Santa Maria dos Olivais, Lisboa.

O que aconteceu depois? Teve de vir cá uma pessoa do sexo masculino (claro!) retirá-la, com muita pena minha, já que seria certamente uma boa adição a muitas colecções.
A boa notícia é que não morreu. Deve estar por aí a procurar a próxima vítima para lhe pregar um valente susto. Só espero que essa pessoa não tenha a infelicidade de reconhecê-la, tal como aconteceu comigo.

Só de pensar que dez minutos antes de isto tudo acontecer tinha estado a conversar com a minha mãe sobre o quão engraçado era se este ano celebrássemos o Halloween...


Conclusão, decidi tirar melhor partido deste episódio e vê-lo como um sinal de que era tempo de regressar ao Palavras Soltas. Mais alguém tem destas histórias para partilhar?

sábado, 21 de agosto de 2010

Inception - A Origem


Se Dark Knight já foi o que foi, baseado numa personagem de BD que usa um fato justo ao corpo, não podem perder este "Inception".

O meu primeiro apontamento é a tradução do título do filme. Mais uma vez, apesar de estar mais ou menos apropriado, não faz justiça ao filme, pelo que não se deixem enganar por ele.

Inception é um filme para ver em silêncio. Portanto, aconselho a ir sozinho ou com verdadeiros apreciadores de cinema/de uma boa história. É preciso estar muito antento, concentrado e é preciso pensar. Não é fácil de digerir e não vai ser entendido por muitos, porque requer paciência e termina a dar-nos uma valente dor de cabeça que, no entanto, não deixa de ser prazeirosa. Inception deixou-me em silêncio toda a viagem de regresso a casa, o que não posso dizer de muitos outros filmes.

Daqui a uns anos pode confundir-se com Shutter Island: os dois protagonizados por Leonardo DiCaprio; os dois com personagens traumatizadas; os dois em cenários magalómanos e obscuros e com histórias complicadas, mas as assinaturas são completamente diferentes.
O que Christopher Nolan aqui criou foi uma história com imensos planos paralelos, que podem parecer confusos mas que fazem completo sentido e não dão espaço para reconhecimento de falhas.

Se acharam a série "Lost" confusa, este filme consegue ser pior mas ao mesmo tempo mais rico. Os desempenhos estão todos ao mesmo nível (altíssimo, os cenários e efeitos especiais fantásticos, "limpos" e simples, sem exageros e tudo parece fazer sentido. Afinal, foi um filme que o realizador demorou 10 anos a idealizar.

É curioso como há uma falta da típica personagem "mau da fita": nenhum deles é héroi, nem anti-héroi, não existe bem nem o mau, só defeitos e imperfeições que trazem consequências por vezes, negativas.

Uma viagem ao sub-consciente que, se tiver disposto a isso, não vai querer perder.

Eu recomendo vivamente.


Ah, o final fica ao critério de cada um, mas tem sido um dos temas mais discutidos na internet nos últimos tempos ;)

Curiosidades:

» Achei tão engraçado o facto da actriz Marion Cottilard ter sido a protagonista de um filme sobre Edith Piaf, e a música-chave deste inception ser uma música da mesma cantora "Je ne regrette rien".

»Heath Ledger fez parte do filme The Dark Night, também realizado por Christopher Nolan. Mais alguém reparou que o actor Joseph-Gorden-Levitt que participa neste Inception, é muito parecido com o falecido Ledger?

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Inception


Vi hoje. 5 estrelas. Desenvolverei a minha opinião em breve...;)